A surpresa é me tirada de um trago,
nem me deram margem para acordar.
A solidão impera no meu corpo agora, ao tentar,
uma vez mais...tentar escapar das memórias do passado que ainda indago!
Ai...estranha sensação esta...
Sentir no peito a memória nunca antes lembrada..Nunca antes dita!
Porque se escapa a verdade por uma pequena fresta?
Porquê? Nunca pensei vir a desenterrar esta minha (teu passado) faceta inaudita...
Nunca..mas o tempo não passa...
Não passa não.. mas eu pequena, mortal e frágil, acredito.
Acredito que não me queres tirar a paz do sono, essa dormente fumaça...
Não queiras o fantasma do impossível..esse provado mito!
domingo, 17 de fevereiro de 2008
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